sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O IDOSO E O TRABALHO - ARTIGO DO JORNALISTA PÚBLIO JOSÉ.

O IDOSO E O TRABALHO
PÚBLIO JOSÉ
 Públio José - jornalista (publiojose@gmail.com) 

 Há tempos uma dramática situação se arrasta indefinidamente sem ter das autoridades e dos profissionais ligados à atividade uma resposta convincente ou alguma providência. Trata-se da questão que envolve o idoso e o mercado de trabalho. Pois, enquanto a Medicina e a Farmacologia trabalham ininterruptamente para alongar o tempo de vida dos mais velhos, deixando-os, portanto, a cada dia em melhores condições de saúde, o mercado de trabalho os estigmatiza e, na maioria das vezes, os pune com o não emprego, a não oportunidade, a não chance. Enfim, com uma rejeição desumana até – certamente “pelo excesso de dias”. Este segmento, que agregou ao longo do tempo conhecimento precioso e muita experiência, vem sendo deixado ao relento do processo de tomada de decisões na grande maioria das empresas, sofrendo, com isso, um corte profundo na auto-estima e uma desvalorização constante na renda e no estilo de vida. É hora, então, de se perguntar: existe explicação para isso tudo? Tem explicação para este processo que, mesmo lento, porém de maneira inexorável, vem infelicitando e ceifando vidas de milhares e milhares de pessoas ainda em boas condições de trabalho? Lamentavelmente sim. Num período que abrange os últimos 20 a 25 anos, muitas transformações ocorreram relacionadas ao mercado de trabalho, principalmente no Brasil. Passamos praticamente, até os anos 80, por um regime de reserva de mercado no qual as empresas, na maioria dos casos, não se preocupavam muito a quem vender nem com a qualidade do que produziam. Na realidade, elas tinham muito mais pessoas interessadas em comprar do que a capacidade que elas tinham de produzir e de vender. Era um tempo de economia fechada ao mercado externo e de grande esforço exportador para gerar divisas necessárias ao pagamento da dívida. É bem verdade que o pleno emprego não havia, mas as entradas e saídas de funcionários eram mais lentas, gerando, com isso, um “turn-over” até saudável. Portanto, era natural a permanência dos profissionais durante um longo período nas empresas, com a conseqüente valorização dos mais antigos. Com a abertura dos mercados, no início dos anos 90, a realidade mudou radicalmente. A concorrência aumentou, as empresas nacionais passaram a ter acesso ao “modus operandi” das multinacionais, pelo fluxo internacional que se estabeleceu, e pelo qual tinham de reciclar e treinar rapidamente seus quadros, colocando para fora os que não se adequassem às novas tecnologias, uma febre de renovação varreu as empresas – e aí os mais antigos dançaram. Foram prejudicados não só pela obrigatoriedade rápida de atualização, mas – e principalmente – pela necessidade imediata que surgiu de se economizar nas folhas de pagamento. O negócio, então, era trocar o funcionário mais antigo, portanto mais caro, pelo mais jovem, de exigências salariais mais condizentes com a ocasião e com maior capacidade de aprendizagem da informática e de um novo idioma. Em seguida veio a globalização, sistema pelo qual os países que tinham maior capacidade de produzir mais e melhor a preços mais baixos ganhavam mais e mais mercados. Aí o peso dos custos sobre a folha de salários passou a ser ainda mais preocupante. Essas novas condições de mercado criaram um paradigma ainda mais forte relacionado aos idosos, pelo qual pessoas com idade entre 40 a 50 anos foram taxadas de velhas para muitas das atividades, enquanto as com mais de 50 anos passaram à classificação de idosas e até de ultrapassadas e obsoletas. Na outra ponta da questão, os progressos da ciência vieram acentuar a vida útil dos seres humanos, ampliando assim, cada vez mais, o conteúdo paradoxal dessa realidade. Tem saída para esse difícil contexto? O melhor remédio, para alguns entendidos no assunto, tem sido o de cultivar, no ambiente de trabalho, uma postura que venha aliar a juventude à experiência, empregando jovens e mais velhos de acordo com o direcionamento de mercado adotado por cada empresa. Esse, portanto, é um caminho que tem todas as condições de recuperar a auto-estima das pessoas, além de criar um ambiente de trabalho saudável e motivador. No entanto, se faz necessário, para o atingimento desse objetivo, a quebra de todo e qualquer preconceito. Do contrário, a empresa passa a ser uma cultivadora de paradigmas, se tornando, logicamente, inabilitada para implementação de programa de tal natureza. Pelo que se vê, tudo se resume a colocar um pouco de coração no planejamento e na administração das empresas, sem desgrudar os olhos, é claro, do faturamento. Dará certo? Aí a resposta fica com o tempo.

domingo, 23 de setembro de 2012

TRINTA E NOVE ANOS SEM PABLO NERUDA. HOJE, COMO SEMPRE, O CHILE FESTEJA O GRANDE POETA E ALFRED ASIS O TRAZ VIVO E REDIVIVO. AS LETRAS TORNAM-O ETERNAMENTE VIVO!


A GRANDE ANTOLOGIA QUE ALFRED ASIS, CÔNSUL POETA DEL MUNDO DE ISLA NEGRA CRIOU E, JUNTO COM POETAS DE TODO O MUNDO, TEM CANTADO E DECANTADO OS "MIL POEMAS A PABLO NERUDA"
ALFRED ASIS A QUEM AGRADEÇO MINHA PARTICIPAÇÃO!!!
 
NESSES 39 ANOS DO ENCANTAMENTO DE NERUDA, JAMAIS O CHILE PASSOU UM ANO SEM HOMENAGEÁ-LO.


Sê

Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.

Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.


Pablo Neruda



Pablo Neruda nasceu em Parral, em 12 de julho de 1904, batizado como Ricardo Eliécer Neftalí Reyes Basoalto.  Ainda adolescente adotou o pseudônimo de Pablo Neruda (inspirado no escritor checo Jan Neruda), que utilizaria durante toda a vida, tornando-se seu nome legal, após ação de modificação do nome civil.
Um colecionador de grandes prêmios e títulos, como Doutor Honoris Causa pela Universidade de Oxford, Grã-Bretanha, o Nobel de Literatura e muitos outros.

 Morreu em Santiago em 23 de setembro de 1973, de câncer na próstata. Encontra-se sepultado em sua propriedade particular em Isla Negra, Santiago no Chile.
Neruda escrevia diariamente. O Chile faz a festa da poesia, sempre, para o seu poeta maior!

SALVE NERUDA!!!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

UMA CASA TIPICAMENTE CEARAMIRINENSE. NELA, O MAIOR ESCRITOR VIVO DO VALE VERDE - FRANKLIN JORGE.

FRANKLIN JORGE VEM COBRANDO ESSE CAFÉ JÁ HÁ ALGUM TEMPO. HOJE ACONTECEU E FOI UMA TARDE INTEIRA SÓ DE AMENIDADES, ENTRE PAREDES CHEIAS DE TELAS, ESPAÇOS BEM OCUPADOS, ESTANTES, LIVROS, JORNAIS E OS TRÊS GATINHOS QUE ELE TANTO AMA!
NUBILENE E EU CHEGAMOS, PONTUALMENTE, ÀS 17 HORAS. NA MESA APENAS A TOALHA, ELE VAI CONVERSANDO E ARRUMANDO TUDO NA HORA MESMO. ÀS 18 HORAS A MESA ESTAVA PRONTA: BOLO, GULOSEIMAS DE VÁRIAS QUALIDADES PÃO, MANTEIGA...TUDO COMO O SEU HABITUÉ!!!
UMA CONVERSA ÓTIMA, VIAJANDO POR CEARÁ-MIRIM, FALANDO SOBRE MADALENA E JUVENAL ANTUNES, SOBRE O VALE DO AÇU ONDE A TERRA É FÉRTIL E ATÉ JÁ DEU FRUTAS MARAVILHOSAS COMO UVAS, MORANGOS, FIGOS...
E COMO NÃO PODIA FALTAR, LEMBRANDO DA
 QUERIDA MARIA EUGÊNIA MONTENEGRO.
ENTRE UM ASSUNTO E OUTRO, FALANDO EM DRUMMOND, RACHEL DE QUEIROZ OU NA BAHIA DE SÃO SALVADOR, ONDE FRANKLIN TEVE SEU GRANDE AMIGO JORGE AMADO!
  
OS BICHANOS PARTICIPAVAM DOS NOSSOS MOMENTOS. NUM CANTINHO, RECIPIENTES COM RAÇÃO E ÁGUA. TÃO LINDOS, NÃO LEMBRO SEUS NOMES, MAS DO OLHAR AMOROSO DE FRANKLIN OU DO SORRISO QUANDO UM DELES SE ENROSCAVA EM
NOSSAS PERNAS!
SOBRE O ARMÁRIO DA COZINHA, COISAS TRIVIAIS E BEM NECESSÁRIAS:  ESSA POESIA:
A CUMBUCA COM JERIMUM, CEBOLAS, MACACHEIRA, A OUTRA, COM LINDOS MARACUJÁS. 
.
MARAVILHOSAS TELAS ADORNAVAM AS PAREDES, SEM FALAR DA LINDA E ANTIGA CRISTALEIRA, COM VIDRO FRANCÊS, GUARDANDO COPOS FINOS E XÍCARAS DE PORCELANA INGLESA. COISAS LINDAS QUE TIVEMOS EM NOSSAS CASAS DE CEARÁ-MIRIM.
 
TELAS DE MUITO BOM GOSTO E OS ASSUNTOS NÃO PARAVAM, INCLUSIVE, SOBRE UMA QUESTÃO JURÍDICA. FOI QUANDO FRANKLIN FALOU NO DR. LEONARDO PALITOT, ELOGIANDO A SUA COMPETÊNCIA PROFISSIONAL.
NESSA PARTE DA CASA, QUE PODERIA SER UMA GARAGEM, FRANKLIN TRANSFORMOU
NUMA ÁREA COM SUAS TELAS E OUTRAS COISAS.
E POR SERMOS DE CEARÁ-MIRIM, FRANKLIN E EU, TINHA QUE HAVER UMA LARANJEIRA EM FLOR - A POESIA QUE FOTOGRAFAMOS AO ANOITECER, ONDE, AO PÉ, ALGUMA CIGARRA ENVAIDECIDA INICIAVA O SEU CANTO.
SÓ TEMOS A AGRADECER, NUBILENE E EU, PELO DELICIOSO CAFÉ: OS TARECOS, AS RAIVINHAS, OS BISCOITINHOS, AS BOLACHAS, O BOLO DELICIOSO E O CAFÉ, COM AQUELE CHEIRO COMO QUE MOÍDO EM CASA, NUM VELHO PILÃO! O CHEIRO QUE NOS LEVOU A PASSEAR PELO VALE VERDE, SENTINDO A BRISA FRESCADA HORA E PRENUNCIANDO O APITO DO TREM NAQUELA ESTAÇÃO DE POESIA!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

GORETH CALDAS E SÉRgIO VIANA - INSTITUTO PIUM DE CULTURA REALIZAM MAIS UMA EDIÇÃO DE CAF É COM LETRAS, NO PRÓXIMO SÁBADO, 01-09-2012.

O Instituto Pium de Cultura realiza mais uma edição do Café
com Letras, no dia 1º de Setembro de 2012, Sábado, a partir das 09:00
horas, no Espaço Pirangí de Economia Criativa e Solidária.
O Café com Letras é um evento de artes integradas, com sebobiblioteca,
apresentações e exposições artísticas, recitais poéticos,
lançamentos de livros, intervenções artísticas, praça de alimentação,
conversa de comadres e feira de artesanato.
O Espaço Pirangí de Economia Criativa e Solidária é um
ambiente de convivência e fortalecimento de vínculos com a comunidade,
incentiva a cooperação, estimula suas potencialidades criativas, promove o
acesso à cultura, ao conhecimento, a formação empreendedora, a
qualificação profissional, produção e comercialização de bens e serviços
relacionados à cultura.
Programação
Hora: 09:00 - Abertura da feira de artesanato, Bazar, escambo, exposição de Fotografia
Postais de Rosa Maciel, artes plásticas (coletiva), Sebo-biblioteca e Praça de
alimentação.
Hora: 15:00 – Conversa de Comadres: Maria Dantas - Fórum Potiguar de Economia
Solidária e Haroldo Gomes - Fundação Parnamirim de Cultura
Hora: 16:00 - Oficina Criativa: Goreth Caldas
Hora: 18:00 – vídeo: Desenvolvimento Local Solidário - Banco Palmas
Hora: 20:00 – Vídeo: sons e instrumentos musicais de Arlindo Ricarte
Hora: 21:00 – Intervenção musical de Arlindo Ricarte, Orquestra Pé de Moleque e o
Berimbelo Encantado e Participação de Lupe Albano
E-mail: institutopiumdecultura@gmail.com
Rua Luiz Gonzaga Xavier, nº 28 - Pirangi do Norte - Parnamirim/RN
Tel. (84)8702-8250 - 9948-9453 - 91970096 - 8123-3048
Lupe Albano Nascido em BOTUCATU - Interior do estado de São Paulo, onde obteve formação básica de música, ofício que exerce desde sempre. Compositor, Cancionista, Violonista e Cantor. Trabalhou como músico, cantor e violonista na noite paulistana. Criou música para espetáculos de teatro (adulto e infantil) e cinema. Como cancionista, traz para suas canções grande influência dos cantadores de moda-de-viola, catira e cateretê. Suas canções de caráter lírico remetem a nomes da grande poesia brasileira e, quando de caráter urbano, trazem letra forte e crítica, que fala das relações humanas de forma instigante. Ora residindo em Natal - RN, apresentou-se no Bar BARDALLO'S, no Teatro do IFRN, esteve em temporada de apresentações no ZenBar, (Cotovelo) e no SESC (Praça do Relógio). Espaço Pirangi de Economia Criativa e Solidária Instituto Pium de Cultura (saída de Pirangí do Norte em frente ao Cond. Porto Brasil.

8702 8258 Goreth institutopiumdecultura@gmail.com

sábado, 25 de agosto de 2012

TROCA DE FIGURINHAS ENTRE O POETA CUBANO FÉLIX CONTRERAS E O POETA PORTUGUÊS - CARLOS MORAIS DOS SANTOS.


Date: Sat, 25 Aug 2012 01:53:36 -0700
From: carlosmsantos2002@yahoo.com.br
Subject: SALUDOS Y BIEN VENIDAS AL POETACUBANO MY AMIGO FELIX CONTRERAS
To: felixcon@cubarte.cult.cu
CC: eagosson@gmail.com; poemar705@hotmail.com


CARTA (escrita por email em 22.03.2012) DO POETA CUBANO FÉLIX CONTRERAS AO POETA PORTUGUÊS CARLOS MORAIS DOS SANTOS, AGRADECENDO A TRADUÇÃO QUE CARLOS HAVIA FEITO DO POEMA DE FÉLIX - “LUNA LLENA” - E PROPONDO A CARLOS MAIS TRADUÇÕES DE SEUS POEMAS PARA FUTURA COLABORAÇÃO DE AMBOS EM UM EVENTO EM TER LUGAR EM NATAL, BRASIL.

Carlos dos Santos e os Orixás da Poesia

Estoy muy agradecido a tus palabras, las más inteligentes y sensiblemente expresadas sobre la poesía recibidas por mí, amigo nuevo, regalo de la vieja vida, gracias. Poeta, yo quiero pedir otro grande favor: que me traduzcas Mis poemas brasileños para editar un pequeño cuaderno (artesanal, hecho a mano) para mi proxima visita a Natal. ¿Puede ser? Ahora manda de nuevo tu poema en archivo anexo porque no esta, no vino en este. Espero vernos en Natal y hacer juntos un sarau también con la marvillosa Lúcia Helena. Te abraza. Fcontreras.

Carlos dos Santos e os Orixás da Poesia

Estou muito agradecido pelas tuas palavras, as mais inteligentes e expressadas com sensibilidade sobre a poesia, recebidas por mim, de um novo amigo, um grande presente de uma vida, muito agradecido. Poeta, eu quero te pedir outro grande favor: Se me traduzisses meus poemas brasileiros para editar um pequeno caderno (artesanal, feito à mão) para minha próxima visita a Natal. Pode ser ? Agora me envia de novo o teu poema em ficheiro anexo, porque não o recebi. Espero nos vermos em Natal e fazermos juntos um sarau, tambem com a maravilhosa Lúcia Helena. Um abraço. Fcontreras.

CARTA (EMAIL) DE CARLOS MORAIS DOS SANTOS A FELIX CONTRERAS, EN RESPUESTA DE AGRADECIMIENTO POR LOS ELOGIOS RECEBIDOS DEL POETA CUBANO, Y OUTROS TEMAS. EM 02 DE ABRIL DE 2012

Ahora soy yo que estoy muy conmovido por tus palabras de agradecimiento - con el título de "Carlos dos Santos e os Orishás da Poesía" – eso solamente por mi modesta contribución de traducir el poema tuyo LUNA LLENA y por hacer mis comentarios de análisis poético-filosófica. Seguro que las palabras tuyas de elogio por el modesto trabajo están más allá de los méritos de lo que hice. Gracias hermano poetaFélixContreras.

Agora sou eu que estou muito sensibilizado com as tuas palavras de agradecimento – a que dás o título de “Carlos dos Santos e os Orixás da Poesia” – pela minha modesta contribuição de traduzir o teu poema e de fazer meus comentários de análise poética - filosófica do teu poema LUNA LLENA. Por certo que as tuas amigas palavras de elogio estão além do mérito do que eu fiz. Obrigado irmão poeta Felix Contreras.
Bueno, con respecto a los brasileños poemas que me pides para traducir, de manera que se edita un cuaderno a mano que quieres presentar en tu próxima visita a Natal, en agosto, y tu solicitación para que yo traducir los poemas tuyos, en principio, como ya te digo que sí, los traduciré con mucho placer, pero no sé si tengo tiempo, porque depende de la cantidad de poemas y en que momento lo necesites traducidos.

Bem, com respeito aos teus poemas brasileiros que me pedes para traduzir, para editares artesanalmente um caderno que queres apresentar na tua próxima visita a Natal, em Agosto, e ao teu pedido para que eu os traduza, em princípio te digo já que sim, os traduzirei com muito gosto, mas não sei se terei tempo, porque depende da quantidade de poemas e para quando os necessitas traduzidos.


Es que dentro de una semana estoy viajando de Natal para mi residencia de seis meses en ­ Portugal, en Lisboa, y sólo volveré a Natal a principios de octubre de 2012. Por desgracia, no tengo el gran placer de conocerte personalmente y el gusto de hacernos nosotros el Sarau de nuestra poesía aquí en Natal en agosto. También lamento no estar aquí en Agosto para aplaudir tu interesante conferencia sobre la poesía en Cuba, sobre todo porque es un invitado de la Unión Brasileña de Escritores de que soy miembro pleno y también hago parte del "Consejo Consultivo", pero estoy seguro de que serás afectuosamente bien recibido y bien aplaudido.

É que eu estou saindo de Natal para passar seis meses na mimha residência em Lisboa-Portugal e só regressarei a Natal no começo de Outubro de 2013. Infelizmente também não terei o grande prazer de te conhecer pessoalmente e de fazer contigo um Sarau com as nossas poesias – as tuas e as minhas – aqui em Natal em Agosto. Lamento também não estar aqui em Natal em Agoso para assistir à tua interessante palestra sobre a poesia em Cuba, tanto mais que és convidado da União Brasileira de Escritores de que eu sou Membro efectivo e pertenso ao órgão “Conselho Consultivo”, mas tenho a certeza que serás muito bem recebido e aplaudido.

Puedes enviar para este mi correo electrónico, los poemas que quieres traducir, eso a pesar de que tengo un montón de trabajo y compromisos que me esperan en Portugal, voy a hacer todo lo posible para hacer lo que me pides y voy a hacerlo con mucho gusto.

Me envia para este meu email, os poemas que queres que eu traduza, que apesar de eu ter muito trabalho e compromissos que me esperam em Portugal, eu farei todos os possíveis para fazer o que me pedes e o farei com muito gosto.

En respecto a mi poema - "O Gaúdio de Gaudí" - que te envié y te ha propuesto como un juego lúdico para que lo traduces al español, yo voy a enviar de nuevo.

Sobe o meu poema – “O Gaúdio de Gaudi” – que te enviei e te propus como um jogo lúdico de o traduzires para espanhol, estou enviando de novo e aqui reproduzo:


Catedral da Sagrada Família – Gaudi

O GÁUDIO DE GAUDI

Os olhos se enchem
De mares ondulados
Em onírica festa
Dos fabulosos ornamentos !
Não há conflito ou aresta
Nos braços entrelaçados,
Nos desencontros de movimentos,
Nas curvas em contra - tempos,
que são poemas não rimados !

Os sentidos despertam
De júbilo provocado
Com a livre criação:
É gótico ressuscitado?
É barroco suavizado?
É a modernidade em libertação !

As emoções transbordam
Com a criação genial !
Mística de sonhos ardentes,
Das mil formas confluentes,
Na inamaginável Catedral !

Óh sublime Gáudi tão diverso
Grande Arquiteto do Universo

É Divina tua Obra Original !

Carlos Morais dos Santos
Membro da Academia Portuguesa de Letras, Artes e Ciências
Membro do Conselho Consultivo da União Brasileira de Escritores-RN
Membro da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do RN-Brasil
Cônsul da Sociedade Internacional “Poetas Del Mundo”


Otros poemas los puedes encontrar varios en Internet. Así que pongas mi nombre - Carlos Morais dos Santos – en el motor de busca de Google luego aparecerán varios poemas míos. Si prefieres traducir uno al otro en lugar del poema "Gaúdio Gaudí", por mí, estoy de acuerdo con lo que prefieres.

Se quiseres conhecer outros poemas meus, podes encontrar vários na internet. Basta que coloques o meu nome – Carlos Morais dos Santos – no Google e logo te aparecem vários poemas meus. Se preferes traduzir um outro em vez do poema “Gaúdio de Gaudi”, por mim tudo bem, estou de acordo.

Me quedo aguardando tus comentarios y noticias y tengo la esperanza de una otra oportunidad de hacemos muestro conocimiento personal y consolidar nuestra amistad de poetas amigos – hermanos.
También estoy enviando este correo electrónico a nuestra querida amiga
poeta Lucia Helena Pereira - la “Reina de los poetas del Vale Verde de Ceará Mirim”, una ciudad cerca de Natal, donde la poetisa muy aclamada nuestra amiga Lúcia Helena Pereira es natural.

Fico aguardando os teus comentários e notícias e esprero uma outra oportunidade para nos vermos e nos conhecermos pessoalmente para consolidarmos a noss amizade de poetas amigos - irmãos. Também estou enviando esta nosso correio eletrõnico à nossa querida amiga a poetisa Lúcia Helena Pereira – A Raínha dos poetas do “Vale Verde de Ceará Mirim”, uma cidade próxima de Natal, de onde a poetisa muito aclamada é natural.

Lúcia Helena es una poetisa muy premiada y se ha tornado muy aplaudida pela designación de “Lucia Helena - La Poetisa de las Flores y del Amor”, un apodo que yo le ha puesto a asignar a sus hermosos poemas románticos que siempre hablan de las flores y del amor de una forma lirica muy sublime.

Lúcia Helena é uma poetisa muito aplaudida e premiada e passou a ser cohecida por Lúcia Helena - a Poetisa das Flores e do Amor, apelido que eu lhe atribuí por seus belos poemas românticos que sempre falam de flores e de amor de uma forma lírica muito sublime.

En la espera de tus comentarios y noticias, recibe amigo poeta Felix Contreras, mi Abrazo fraterno del poeta amigo.

Carlos Morais dos Santos,
Cónsul (Lisboa) de la Asociación Internacional "Poetas del Mundo"
02.04.2012

Fico aguardando os teus comentários e notícias, recebeamigo poeta Felix Contreras, o meu abraço fraternal de poeta amigo.

Carlos Morais dos Santos.
Cônsul (Lisboa) da Associação Internacional “Poetas Del Mundo”
02 de Abril de 2012

Amigo Poeta Felix Contreras,
Estoy muy feliz por tu satisfaccion con la traducción que hice de tu excelente poema LUNA LLENA. He tenido mucho placer en hacerlo.
LUNA LLENA
Félix Contreras
De qué, llena de qué,
de minotauros
buscando en sus laberintos la hierba
bajo el cercano cielo
y sus cuernos enredados en las nubes?.
Luna llena,
llena de qué,
de viejas lunas,
latas de refrescos,
condones, tornillos,
zapatos viejos,
un martillo olvidado,
una revista Play boy?
Es para mí, tambien como poeta un honor recibir tus palabras de gratitud por la preocupación que tuve en interpretar el espíritu poético tuyo. Ya lo sabes, nosotros los poetas, eso es lo que queremos, que no pierdan ni el cuerpo poético, ni el sentido semántico de las palabras, de las estrofas, ni el espíritu poético de las metáforas cuando somos traducidos.

Estoy convencido que nosotros los poetas tenemos mucho más esa preocupación cuando traducimos otros poetas hermanos, tenemos que superar lo literal y las diferencias semánticas y corporizar el espíritu del momento de la producción poética del autor. Es por eso que traducir poesía es mucho mas difícil que traducir ficción literaria. Por eso, es preferible que sean los propios poetas también los traductores de otros poetas.

En el poema Luna llena, bellíssimo, por supuesto, hay un espíritu más amplio, más allá de lo solamente poético. Hay, en las sencillas palabras, una clave que nos muestra una ventana poética—mítico—espiritual—lírica—filosófico insuperable para el lector que no tenga sensibilidad…
Luna llena,
Minotauros
viejas lunas...

¡Qué belleza de metáforas!

Pero luego te sirves, sorprendentemente, de otra simbólica poética de un realismo fuerte, por oposición, con palabras comunes que tienen también una insospechable fuerza metáforica, cuando descubrimos la ligazón fantástica entre la poética mítico-espiritual-lírico-simbólica y, la poética simbólico profana de metáforas de un realismo material provocativo y degradante con palabras que perturban, que nos invitan a descifrar ese juego poético inconcebible.
y, ahí, viene la provocación, el conflicto, el desorden, el caos…

latas de refrescos
condones
tornillos
zapatos viejos
un martillo olvidado
una revista Play boy

!Solamente un verdadero poeta sería un caminante de este camino!

Mira las palabras clave de la ventana abierta, adonde vienen los violentos vientos contaminados de ira un Dios Zéfiro pervertido.

Qué imaginación poética que haces del poema mítico-simbólico-lírico-filosófico: ¿por qué viejas lunas?... ¿minotauros?... ¿cielos?...
Es un poema total, más allá de las palavras.
Es “un poema espiritual-simbólico-lírico-realista-profano-filosófico” !....
Condones (preservativos), tornillos, (dos palabras metafóricas de múltiples semánticas: condones, tornillos - seguro, son las más difíciles de interpretar) y... claro, "!una revista Play boy!"
Creo es una fusión entre el espíritu y la materia poetizadas con tu talento y alta imaginación, en pocas palabras, que simbolizan el conflicto entre el idealismo mítico-humanista, donde todos lográbamos alcanzar la armonía espiritual, cívico-social y la felicidad del Bienestar material y la felicidad individual.

La poética de este pequeño grande poema, nos compele para que, al final, tomemos conciencia de que la sociedad humana ha partido de lo bello, del bien y de lo justo pero, ha terminado haciendo el caos del universo actual, que no camina para el orden, pues destruimos los nobles símbolos idealistas, espirituales y los fusionamos con los símbolos consumistas, profanos, descartables, amorales, que hacen de la vida un "laberinto" sucio, sin valores, un caos de mierda, donde no se mira la esperanza de la rendención espiritual, cívica y humanista.

Perdona, Félix, mi interpretación de tu excelente poema, este delirio de poeta. Mas, bien lo sabes, nosotros los poetas, escribimos lo indecible, miramos lo invisible, profetizamos lo impensable. Si nos damos cuenta del alcance del sentido total do lo que escribimos, muchas veces, es necesario que otro poeta o alguién que tenga espíritu poético, venga a completar todo el alcance de las palabras poéticas y haga el descubrimiento de eso que sólo los poetas poseen que, es la ciencia de la sabiduría inconsciente, de ese poder de la intuición, madre de todo el saber y e pensamiento trascendental.
Te saludo Poeta Felix Contreras con toda my amistad y admiracion. Siempre disponible.

Carlos Morais dos Santos
Escritor, poeta, fotógrafo
Miembro de la portuguesa Academia de Letras Artes y las Ciencias
Miembro del Consejo Consultivo de UBE-Unión Brasileña de Escritores-RN-Brasil
Miembro de la SPVA - Sociedad De Los Poetas Vivos y Afines-RN-Brasil
Cónsul (Lisboa) Asociación Internacional "Poetas del Mundo"
”
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CARTA EM ESPANHOL E TRADUÇÃO, A PEDIDO, PARA PORTUGUÊS, QUE O ESCRITOR E POETA PORTUGUÊS, CARLOS MORAIS DOS SANTOS, ENVIOU AO POETA CUBANO FÉLIX CONTRERAS, EM 22.03.2012, APRECIANDO A POÉTICA DO SEU POEMA “LUNA LLENA”, QUE CARLOS - A PEDIDO DA POETISA BRASILEIRA DE NATAL, LÚCIA HELENA PEREIRA - TRADUZIRA ANTES, EM 13.03.2012
Amigo Poeta Félix Contreras,
Estoy muy feliz por tu satisfaccion con la traducción que hice de tu excelente poema LUNA LLENA. He tenido mucho placer en hacerlo.

Estou muito feliz pela tua satisfação com a tradução que fiz de teu excelente poema LUA CHEIA. Tive muito prazer em fazê-lo.
LUNA LLENA
Félix Contreras

De qué, llena de qué,
de minotauros
buscando en sus laberintos la hierba
bajo el cercano cielo
y sus cuernos enredados en las nubes?.
Luna llena,
llena de qué,
de viejas lunas,
latas de refrescos,
condones, tornillos,
zapatos viejos,
un martillo olvidado,
una revista Play boy?

LUA CHEIA
Félix Contreras

De quê, cheia de quê,
de minotauros
procurando em seus labirintos a erva
debaixo daquele céu tão próximo
com seus cornos enredados nas nuvens?

Lua cheia,
Cheia de quê,
de velhas luas,
latas de refrescos,
preservativos, parafusos,
sapatos velhos,
um martelo esquecido,
uma revista Play Boy?

Es para mí, como poeta un honor recibir tus palabras de gratitud por la preocupación que tuve en interpretar el espíritu poético tuyo. Ya lo sabes, nosotros, los poetas, eso es lo que queremos, que no pierdan ni el cuerpo poético, ni el sentido semántico de las palabras, de las estrofas, ni el espíritu poético de las metáforas cuando somos traducidos.

É para mim, como poeta, uma honra receber as tuas palavras de gratidão, pela preocupação que eu tive em interpretar o teu espírito poético. Como sabemos, nós, os poetas, é o que queremos quando nos traduzem. Queremos que não se perda nem o corpo poético, nem o sentido semântico das palavras, das estrofes, nem o espírito poético das metáforas, quando somos traduzidos.
Estoy convencido que nosotros, los poetas, cuando traducimos otros poetas hermanos tenemos mucho más esa preocupación, tenemos que superar lo literal y las diferencias semánticas y corporizar el espíritu del punto de estética del momento de la producción poética del autor. Es por eso, que traducir poesía es mucho mas difícil que traducir ficción literaria. También por eso, es preferible que sean los propios poetas los traductores de otros poetas.
Estou convencido que nós, os poetas, quando traduzimos outros poetas irmãos, temos muito mais essa preocupacão, temos que superar a tradução literal, os diferenciais semânticos, e corporizar o espírito estético do momento da produção poética do autor. É por isso, que traduzir poesia é muito mais difícil que traduzir ficção literária. Também é por isso, que é preferível que sejam os próprios poetas os tradutores de outros.poetas.

En el poema Luna llena, bellíssimo, por supuesto, hay un espíritu más amplio, más allá de lo solamente poético. Hay, en las sencillas palabras, una clave que nos abre una ventana poética-mítico-espiritual-lírica-filosófico insuperable para el lector que no tenga sensibilidad poética aguda...
Luna llena,
Minotauros
viejas lunas...

¡Qué belleza de metáforas!

Pero luego te sirves, sorprendentemente, de otra simbólica poética de un realismo fuerte, por oposición, con palabras comunes que tienen también una insospechable fuerza metáforica, cuando descubrimos la ligazón fantástica entre la poética mítico-espiritual-lírico-simbólica y, la poética simbólico profana de metáforas de un realismo material provocativo y degradante con palabras que perturban, que nos invitan a descifrar ese juego poético inconcebible.
No belíssimo poema “Luna Llena” há um espírito mais amplo que vai além do somente poético. Nas palavras simples existe uma chave que nos abre uma janela poética-mítico-espiritual-lírica-filosófica não acessível a um leitor que não tenha uma aguda sensibilidade poética.
Luna llena,
Minotauros
viejas lunas...

Que beleza de metáforas !
Mas logo te serves, surpreendentemente, de outra simbólica poética de um realismo forte, por oposição, com palavras comuns, mais profanas, que tambem têm uma insuspeitável força metafórica, quando descobrimos a ligação fantástica entre a poética mítico-espiritual-lírica-simbólica e a poética profana-simbólica de metáforas de um realismo material, provocativo e degradante, com palavras que nos perturbam e que nos convidam a decifrar esse jogo poético inconcebível.
y, ahí, viene la provocación, el conflicto, el desorden, el caos…

latas de refrescos
condones
tornillos
zapatos viejos
un martillo olvidado
una revista Play boy

!Solamente un verdadero poeta sería un caminante de este camino!

Mira las palabras clave que abren la ventana, adonde vienen los violentos vientos contaminados de ira de un Dios Zéfiro pervertido.

E, aí, vem a provocação, o conflito, a desordem e o caos...
latas de refrescos
condones
tornillos
zapatos viejos
un martillo olvidado
una revista Play boy
Somente um verdadeiro poeta seria um caminhante deste caminho !
Vê as palavras-chave que abrem a janela por onde entram os violentos ventos contaminados de ira de um Deus Zéfiro pervetido.

Qué imaginación poética que hace del poema mítico-simbólico-lírico-filosófico: ¿por qué viejas lunas?... ¿minotauros?... ¿cielos?...
Es un poema total, más allá de las palavras.
Es “un poema espiritual-simbólico-lírico-realista-profano, filosófico” !...

Que imaginação poética se pode fazer deste poema mítico-simbólico-lírico- filosófico ?...Porquê “velhas luas”?...Céus?...
É um poema total, que vai mais além das palavras.
É “um poema espiritual-simbólico-lírico-realista-profano-filosófico”!...

Condones (preservativos) tornillos, (dos palabras metafóricas de múltiples semánticas: condones, tornillos - seguro, son las más difíciles de interpretar) y... claro, "!una revista Play boy!"
Preservativos, parafusos (duas palavras metafóricas de multiplas semânticas: condones, tornilhos – por certo são as mais difíceis de interpretar) e, claro, “uma revista Play Boy “!

Creo es una fusión entre el espíritu y la materia poetizadas con tu talento y alta imaginación, en pocas palabras, que simbolizan el conflicto entre el idealismo mítico-humanista, donde todos lográbamos alcanzar la armonía espiritual, cívico-social y la felicidad del Bienestar material y la felicidad individual.
Creio que é uma fusão entre o espírito e a matéria, poetizadas com o teu talento e grande imaginação, em poucas palavras, que simbolizam o conflito entre o idealismo mítico-humanista, que todos lográmos alcançar a harmonia espiritual, cívico-social e a felicidade do bem-estar material e a felicidade individual.

La poética de este pequeño grande poema, nos compele para que, al final, tomemos conciencia de que la sociedad humana ha partido de lo bello, del bien y de lo justo pero, ha terminado haciendo el caos del universo actual, que no camina para el orden, pues destruimos los nobles símbolos idealistas, espirituales y los fusionamos con los símbolos consumistas, profanos, descartables, amorales, que hacen de la vida un "laberinto" sucio, sin valores, un caos de mierda, donde no se mira la esperanza de la rendención espiritual, cívica y humanista.

A poética deste pequeno grande poema, nos compele para que, no fim, tomemos consciência de que a sociedade humana sempre aspirou ao Belo, ao Bem e ao Justo, mas não parece estar a caminhar para a ordem, pois destruimos os nobres símbolos idealistas, espirituais e os fundimos com os símbolos consumistas, profanos, descartáveis, amorais, que fazem da vida um “labirinto” sujo, sem valores, un caos de merda, donde quase já não se vê esperança de redenção espiritual, cívica e humanista.
Perdona, Félix, mi interpretación de tu excelente poema, este delirio de poeta. Mas, bien lo sabes, nosotros, los poetas, escribimos lo indecible, miramos lo invisible, profetizamos lo impensable. Si no nos damos cuenta del alcance del sentido total do lo que escribimos, muchas veces, es necesario que otro poeta o alguién que tenga espíritu poético, venga a completar todo el alcance de las palabras poéticas y haga el descubrimiento de eso que sólo los poetas poseen, que es la ciencia de la sabiduría inconsciente, de ese poder de la intuición, madre de todo el saber y pensamiento trascendental.
Me perdoa, Félix, esta minha interpretação do teu excelente poema, este delírio de poeta. Mas, como bem sabemos, nós, os poetas, escrevemos o indizível, vimos o invisível, profetizamos o impensável. Se não nos damos conta do alcance do sentido total do que escrevemos, muitas vezes, é necessário que outro poeta ou alguem que tenha espírito poético, venha completar todo o alcance das palavras poéticas e faça o descobrimento da interpretação disso que só os poetas possuem, que é a ciência da sabedoria inconsciente, desse poder de intuição, mãe de todo o Saber e Pensamento transcendental.
Te saludo Poeta Félix Contreras con toda my amistad y admiracion. Siempre disponible.

Te saúdo Poeta Félix Contreras, com toda a minha amizade e admiração.
Sempre disponível.

Te envio en anexo um poema mio en portugues – “O gaúdio de Gaudi”. Como yo non tuve el tiempo para traduzirlo para ti. Te invito a tentar ponerlo en espanhol. Que tal el juego ? Aceptas?

Com la Amistad y admiracion y hasta siempre poeta Felix Contreras

Carlos Morais dos Santos (mira el Google com my nombre, puedes cojer un otro poema mio que te gustará mas )

Carlos Morais dos Santos
Escritor, poeta, fotógrafo
Miembro de la portuguesa Academia de Letras Artes y las Ciencias
Miembro del Consejo Consultivo de UBE-Unión Brasileña de Escritores-RN-Brasil
Miembro de la SPVA - Sociedad De Los Poetas Vivos y Afines-RN-Brasil
Cónsul (Lisboa) Asociación Internacional "Poetas del Mundo"

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

A M A N H E C E R - POETISA LUCIA HELENA PEREIRA.

"A SENSIBILIDADE À FLOR DA PELE -
POETA LÚCIA HELENA - ESSE LINDO INVERNO POTIGUAR!

DELICIO-ME COM MINHA POETISA QUERIDA, NESSE BELO TEXTO, MENAGEM DO MAIS ABSOLUTO VALOR.
(JÂNIA SOUZA) "



AMANHECER

Lúcia Helena

Hoje é sábado e seu amanhecer chove.
Busco estrelas na madrugada e elas se escondem.
Tento abrir uma porta, ou janela, mas chove!
Meu coração está bem aquecido com poesia,
Como as luzes de um girassol, em algum lugar.

Vai amanhecendo.
Nenhum ruído do cotidiano,
Só a chuva intermitente,
Cheia de um cinza - prateando os pingos d´água.

Sinto vontade de chorar,
Em vez disso, ouço Piaff
E minha alma se alumbra!

Hoje é sábado, no grande relógio do tempo
Quimeras vão refulgindo diante dos meus olhos,
Nas luzes de terraços de outrora,
Das casas da Hermes da Fonseca,
Cujo edifício, por descuido e displicência...
Não recebeu o nome de Madalena Antunes,
Abel Antunes Pereira ou Gipse Pereira Montenegro...

Sábado! Um dia de férias para todos,
Passeios, festas, encontros,
Almoços em shoppings ou churrascos por aí...
Porque vai amanhecendo e estou bem.
Com saúde e vontade de ser feliz.

sábado, 28 de julho de 2012

ANTONIO NAHUD JÚNIOR - UM BAIANO CIDADÃO DO MUNDO.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR (Itabuna, Bahia, 13 de junho de 1972) é escritor, jornalista, poeta, dramaturgo, ensaísta e blogueiro grapiúna.

Autor de 10 livros, sendo o mais recente “Pequenas Histórias do Delírio Peculiar Humano” (contos, 2012). Sua obra literária aborda diversos gêneros, da crônica à poesia, de contos a ensaios, retratando a vivência errante do autor em diversas cidades brasileiras, europeias e africanas. Editado por pequenas editoras, Nahud passo a passo vem sendo reconhecido como um dos novos valores da literatura nordestina.


BIOGRAFIA

Existem dúvidas sobre o exato local de nascimento de Nahud. Alguns familiares indicam que o seu nascimento deu-se na Fazenda Bela Vista, em Itapé. O escritor declarou em algumas entrevistas ter nascido em Ilhéus. Entretanto, é certo que foi registrado em Itabuna. Além disso, as três cidades são vizinhas e nelas se dividem os seus parentes. Filho de um advogado e uma ex-funcionária dos Correios e Telégrafos, Antonio e Maria de Loudes, tem cinco irmãos (Neto, Urbano, Paulo José, Marcelo e Anna Áurea). De sangue português, índio e libanês, foi praticamente criado numa fazenda de cacau, à beira da Mata Atlântica e cortado pelo Rio Cachoeira. Nas bibliotecas paterna e do tio-padrinho, o advogado e procurador geral da União, Gervásio Santos, aprendeu a amar Charles Dickens, Victor Hugo, Alexandre Dumas Filho e as irmãs Bronte. Adolescente, escreve folhetins inspirados em filmes. Entre eles, “Vidas em Tempestade”, a estória de uma jovem herdeira perseguida por parentes desonestos que se refugia numa ilha paradisíaca, enamorando-se de um místico. Os escritos ingênuos desaparecem na década seguinte em um incêndio. Estuda no Colégio Divina Providência, em Itabuna, onde conhece duas figuras fundamentais na sua trajetória literária: os poetas Ruy do Carmo Póvoas e Genny Xavier. Aos 17 anos vai para Salvador estudar arquitetura na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Desiste do curso, tornando-se jornalista. Depois de atuar na redação de alguns jornais do sul da Bahia, estreou como repórter na tevê Manchete em 1988. Em 1990, muda-se para São Paulo, trabalhando como assistente do editor Pedro Paulo de Senna Madureira e assessor de comunicação de José Aristodemo Pinotti. Nessa época, torna-se amigo da poeta Hilda Hilst, frequentando sua casa em Campinas durante dois anos. Em 1994 parte para a Europa, vivendo na Espanha, Portugal, Inglaterra e França. Fica por lá doze anos, cobrindo festivais de cinema e outros eventos artísticos para os jornais Folha de S. Paulo, O Tempo (MG) e A Tarde (BA), entre outros. Entrevista mais de 100 celebridades, incluindo quatro escritores vencedores do Nobel e diversos profissionais de cinema premiados com o Oscar. De volta, assume a vice-diretoria do Centro de Cultura Adonias Filho, na Bahia, enquanto escreve semanalmente a coluna “Curto/Circuito”, no Diário Bahia. Em 2010, muda para Natal, no Rio Grande do Norte, atuando como assessor para assuntos literários do presidente da Academia de Letras do Rio Grande do Norte, Diógenes da Cunha Lima. Em 2012, recebe o título de Cidadão Natalense.