quinta-feira, 23 de junho de 2011

NOVO ESPAÇO: EMPREENDIMENTOS CASA GRANDE, COM VÁRIOS EVENTOS APRAZADOS, INCLUSIVE FESTAS JUNINAS.


NATAL RECEBE NOVO ESPAÇO PARA EVENTOS

Empreendimento Casa Grande abrigará série de festas até julho


Enquanto não se iniciam as obras do Casagrande Sweet Homes, o empreendimento oferece um novo local para shows e eventos na Grande Natal. Localizado na Avenida Olavo Montenegro, em nova Parnamirim, nas proximidades da Maria Lacerda Montenegro, o Espaço Casagrande conta com uma vista privilegiada do Rio Pium, ampla estrutura e estacionamento para 100 carros.

O local com mais de 25 mil metros quadrados será aberto oficialmente nesta sexta-feira (24) em um evento junino promocional, o Arraiá Casagrande. O evento aberto ao público contará com a estrutura da Iluminar Som e Luz e bufê da Churrasketto. A área 70% coberta conta com estrutura de palcos barracas, tendas, banheiros, som, bandas, iluminação e comida e bebida típicas e jogos. A organização pretende aproximar público das tradições festejos juninos.

Entre os dias 24 de junho e 16 de julho a agenda do lugar já está lotada com várias festas e confraternizações de empresas particulares. O primeiro evento assim está agendado para o próximo sábado (25/06), com o Arraiá dos Jornalistas, uma promoção do Sindicato da categoria (Sindjorn) que deve atrair centenas de pessoas ligadas a imprensa potiguar.

O espaço está disponível para famílias, empresas, condomínios, entidades, organizações e outros grupos que queiram realizar seus eventos. Para agendamentos, os interessados podem procurar a produção do Casa Grande Sweet Homes através do telefone
84 -3606-0160.


Agenda - EVENTOS JÁ MARCADOS

25 de junho - Arraiá dos Jornalistas
1º de julho - Arraiá da SimTV
2 de julho Arraiá da JET
8 de julho - Arraiá Show Auto Mall
9 de julho - Arraiá Fatern
16 de julho - Arraiá da Academia Grace


ASSESSORIA DE IMPRENSA

Simone Silva
84 - 8748-8248

"MIL POEMAS A PABLO NERUDA" - PRIMERA Y SEGUNDA PRESENTACIÓN DE VUESTRA OBRE EN CHILE - ENCAMINHADO POR ALFRED ASIS.

MIL POEMAS A PABLO NERUDA - OBRA A SER LANÇADA EM JULHO PRÓXIMO.
O GRANDE ALFRED ASIS - POETA CHILENO - É QUEM FAZ TODO ESSE MOVIMENTO COM VÁRIOS ESCRITORES DO MUNDO, INCLUSIVE, DO BRASIL.
ALFRED ASISI- O GRANDE NOME DO CHILE

"MIL POEMAS A PABLO NERUDA"

PRIMERA Y SEGUNDA PRESENTACIÓN DE VUESTRA OBRE EN CHILE

Sigue transitando la obra a Neruda, Segunda exposición en Viña del Mar
Castillo Wulff
Unidad de Patrimonio
I. Municipalidad de Viña del Mar

Seguiré mandando detalles de la obra por esta misma vía.

Abrazos,

Alfred Asís

DA POETISA GOIANA - MASÉ SOARES - RECEBO ESSE PPS COM LINDAS ILUSTRAÇÕES E A MENSAGEM. MASÉ É UMA VERDADEIRA CRISTÃ.


CORPUS CHRISTI

Corpus Christi é uma festa móvel da Igreja Católica que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia.
É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo
da Santíssima Trindade .
Ela é festa de ‘preceito’, para nos católicos é obrigatório participar da Missa neste dia . A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao Século XIII. A Santa Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real do “Cristo todo” no pão consagrado. A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.


Evangelho de 23/06 - Quinta feira
Eu sou o pão vivo que desceu do céu

Jo 6,51-58

"Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue pela vida do mundo". Os judeus discutiam entre si: "Como é que ele pode dar a sua carne a comer?" Jesus disse: "Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois minha carne é verdadeira comida e meu sangue é verdadeira bebida. Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu nele. Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por meio do Pai, assim aquele que de mim se alimenta viverá por meio de mim. Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram - e no entanto morreram. Quem se alimenta com este pão viverá para sempre".

quarta-feira, 22 de junho de 2011

CLÍNICA EQUILIBRIUM - NÚCLEO PSÍQUICO INTEGRADO - OPÇÃO PARA UM BOM TRATAMENTO PSICOTERÁPICO.

EQUILIBRIUM - NÚCLEO PSÍQUICO INTEGRADO
DR. EDUARDO BEZERRA - PSICÓLOGO

Clínica: Equilibrium - Núcleo Psíquico Integrado

Rua São Joaquim, 1319 Tirol (por trás do Shopping Midway Mall)

Contato: (84) 9908.6888

Atendimento a adolescentes, adultos e idosos de ambos os sexos, através da Aboordagem psicoterápica da Gestalt-terapia.

Psicólogo - Eduardo Bezerra

BARTOLOMEU CORREIA DE MELO - POR EDUARDO GOSSON - PRESIDENTE DA UBE/RN.

BARTOLOMEU CORREIA DE MELO
EDUARDO GOSSON
BARTOLOMEU CORREIA DE MELO
Por Eduardo Gosson (1)

Bartolomeu habitou entre nós por 66 anos e fez-se Verbo: a sua palavra era tiro certeiro a criar belezas espirituais. Conheci-o na maturidade, ganhador de diversos prêmios literários. Soube que era formado na antiga Faculdade de Farmácia. Foi contemporâneo do meu tio, Francisco Gosson, que posteriormente veio a ser professor na mesma. Enveredou longo tempo pelo conhecimento científico, sendo professor de Quimíca. Mas a menina dos seus olhos era a Literatura. E que era irmão do poeta Paulo de Tarso. E que teve uma Verônica por toda a vida a enxugar-lhe as lágrimas. Contudo, o que mais me chamou atenção em Bartola era a perfeita harmonia entre criador e criatura. Geralmente, na seara literária, a criatura é terrível: grandes escritores, cidadãos nota zero. Bartola, não. Desde a reorganização da União Brasileira de Escritores-UBE/RN, em 2006, que Bartola vinha colaborando ativamente: dos III Encontros de Escritores participou de dois, atuou em comissões, colaborava com o site da entidade, abastecendo-o com matérias; apoiou Campanhas desenvolvidas pela UBE/RN, como a que foi lançada no final do ano passado “Campanha de Valorização do Autor Potiguar”. Veja a Carta que Bartola escreveu para Públio José, idealizador da campanha:

“Natal, 2011 / janeiro, 14.
Prezado Públio José:
Não sei se bem lembra, mas fomos apresentados quando do lançamento da merirtória campanha de divulgação natalina do livro, por você gestada e gerenciada. Eu sou aquele velhote alto, magro mas barrigudo, portador de óculos e bengala. Aliás, dentro da minha memória já também claudicante, restou aquela vaga impressão de conhecê-lo de algum passado lugar.
Parabéns pela iniciativa. Infelizmente, não posso congratular-me pelo pleno
sucesso da mesma. Afinal, ainda não recebi retorno algum quanto aos
resultados dessa campanha. Não falemos dos poucos leitores, mas dos
muitos escritores potiguares.
Sou um velho inválido, em processo de desincompatibilização com as
alegrias da vida, mas não amargo por isso. Sou consciente que, pelo
menos em teoria, diante das grandes verdades, calam as pequenas
hipocrisias. Portanto, assim não lhe escrevendo por rabugice, lhe
direi que por antiga e amarelecida esperança.
Sinceramente, aquela bem conformada mas - digo eu - inócua solenidade de abertura jogou água fria nas minhas expectativas. Ali esperava uma pauta menos formal e mais pragmática e detalhista, na qual fossem dissecados problemas e entraves para, devidamente debatidas as estratégias, pela troca de vivências entre escritores, livreiros, editores, jornalistas e publicitários, fossem otimizadas e terminadas as linhas de ação previamente elencadas pelos idealizadores da campanha. Mas constatei que, com minhas dificuldades de limitação
física, comparecera para apenas escutar falas, nem todas objetivas e
adequadas ao evento, apesar da representatividade dos oradores. Com
boca de escritor ou marqueteiro, nenhum, mais explícitamente, se
pronunciou. Ora, a realidade da literatura da nossa província (que parece ainda
pousada nos nostálgicos louros de Cascudo) foi bem tangenciada pelo
seu oportuno escrito. Mas existem ainda alguns aspectos que gostaria
de lhe detalhar ou mesmo provocar. Como não sou publicitário, advirto
que muita coisa será dita de modo confuso ou mesmo inoportuno. Até lhe pediria generosidade no julgamento e paciência na garimpagem de alguma idéia aproveitável em meio aos malrascunhos que lhe apresento.
Quem efetiva a divulgação e a distribuição de qualquer literatura é a
comercialização, que é diretamente proporcional à qualidade real ou
aparente daquilo vendido. Ora, depois que apareceu computador, todo
mundo virou escritor, inclusive este que isto lhe escreve. Além do
que, com o barateamento dos produtos e serviços gráficos ficou
bastante acessível editar livros às próprias custas. Se antes, no
tempo do patrocínio por órgãos públicos, bastava ter um amigo no lugar
certo, agora, basta poder bancar a impressão da obra? Nisso, o
principal filtro de qualidade, o julgamento da ventabilidade, feito
pelo interesse comercial da editora, deixa de existir. Convenha que,
se antes havia um dois ou três lançamentos mensais, agora, são oito ou
dez semanais. Como você infere, os amigos que arquem com os custos a
baixa qualidade... Na primeira conclusão, o escritor paroquial pouco
vende porque, na maior parte dos mesmos, pouca é a qualidade oferecida, ou mesmo imposta, aos parcos leitores.
Se bem que havemos, a duras penas, escapado daquela realidade
provinciana, onde apenas um restrito grupo de intelectuais (geralmente
poetas beletristas) escrevia, com pequeninas tiragens. O primeiro
publicava, o segundo elogiava, o terceiro criticava... E então vinha o
rodízio: o segundo publicava o terceiro elogiava o primeiro
criticava... Técnico ou cientista era visto como curioso ou maluco,
nunca como intelectual. No máximo escrevia apostilinhas ou, mais
recentemente depois, adaptava e imprimia teses acadêmicas, nem sempre palatáveis ou digeríveis. Enfim, uma confraria de egos que se
retroalimentavam, isolados em academias. Apesar disso - basta
verificar quantos restaram realmente imortais e conhecidos além
fronteiras potiguares - havia um percentual de aproveitamento bem mais
significativo. Na segunda conclusão, muitos são os impressos, pouquíssimos os
escolhidos. Há que se divulgar os bons escritores, resgatando-os do
oceano de mediocridade. Quem compraria uma carrada de frutas na qual nove décimos são bichadas? Um elementar critério de qualidade
indiretamente levantado por você, seria baseado na questão: Tal
escritor natalense tem nome lembrado em Recife, Fortaleza ou, pelo
menos, em Caicó ou Mossoró? A quantas reedições chegaram seus livros?
Para um incremento de consumo, surge a necessidade da figura do agente literário. Aquele profissional que caça talentos e os empresaria, como se faz com artistas e esportistas, agenciando-lhes pelo menos um
contrato com uma editora propriamente dita (aquela que compra ou aluga os direitos autorais). Enquanto a produção, divulgação e
comercialização não saírem do amadorismo, não existirá literatura bem
vendida, isto é, lucrativa.
Escritor de verdade não é pra sair de livraria em livraria, tentando
colocar seus livros nem implorando que órgãos culturais os adquiram
para bibliotecas descartáveis. Estando no Brasil, não iria enriquecer
com literatura, mas teria o suporte da sua editora para publicar,
lançar, divulgar, distribuir e vender; ao mesmo apenas restando
receber direitos autorais e escrever novos livros. Mas para atingir
essa condição necessita antes de tudo competência. Do agente, do
editor, do livreiro e, principalmente, do escritor. A qualidade desse
conjunto será aferida pelo número de edições comercializadas.
E aqui vai a última conclusão: Se, até então, apenas meia dúzia de
escritores potiguares (quase todos no sudeste) atingiu este estágio,
há muito ainda o que fazer pelas boas letras da terrinha. Sua
iniciativa, por tão louvável e necessária não deve ser desestimulada,
mas sim repensada, reforçada, repetida com o máximo e devido apoio,
coisa mesmo de mutirão. É tarefa de abnegação a médio prazo, trabalho
em equipe, sem solenidades, apesar das muitas invejas e enormes
vaidades.
E nisso lhe credito minhas quase derradeiras forças.

Um abraço respeitoso.
Bartolomeu Correia de Melo.”

É esse o Bartola que todos nós devemos reverenciar: combativo e íntegro. Com certeza o amigo foi muito recebido na Nova Jerusalém e agora pode contemplar bem de perto a resplandecente estrela da manhã.

Eduardo Gosson
É presidente da União Brasileira de Escritores – UBE/RN

terça-feira, 21 de junho de 2011

NO PRÓXIMO SÁBADO, O INSTITUTO PIUM DE CULTURA REALIZA OS FESTEJOS JUNINOS, A PARTIR DAS 19 HORAS.

SÃO JOÃO COM CAFÉ COM LETRAS
GORETH CALDAS, ESCRITORA, POETA E ARTISTA PLÁSTICA, JUNTO COM O MARIDO, SÉRGIO VIANA, FUNDARAM O INSTITUTO PIUM DE CULTURA, COM O CAFÉ COM LETRAS. DESTA FEITA, REALIZAM O SÃO JOÃO E GRANDE ESTILO.
Primeiro Arraiá do Café com Letras
"Olha Pro Céu Meu Amor"

Programação
Quadrilha do Grupo de Jovens do Instituto de Pium de Cultura
Quadrilha Improvisada
Brincadeiras, Pescaria
Praça de Alimentação - Comidas Típicas
Trajes Típicos
Sorteio do Balaio Cultural

SÁBADO 25 DE Junho

INÍCIO ÀS 19:00 HORAS
ESPAÇO PIUM CULTURAL

Av. Joaquim Patrício, 02 - Pium - Parnamirim
(Entre o Posto Fiscal PM e a Vila Feliz)

CONTATOS
E-mail: institutopiumcultura@hotmail.com
Fones: 9948-9453 / 8123-3048 / 8702-8250

EMPRESÁRIOS DA MODA: GUILHERME GALVÃO E LUIS ANTÔNIO CUNHA REALIZAM ARRAIÁ COM MODA, SOB O COMANDO DE SIMONE SILVA, NESTE 21 DE JUNHO.


SÃO JOÃO DAS VIPS NA GUILHERMINA

Agradeço o convite da Loja Guilhermina, comemorando a festa da colheita, neste 21 de junho, desde às 17 horas, sob a batuta da querida Simone Silva.
E parabenizo os empresários Guilherme Galvão e Luis Antônio Cunha, pela realização do Arraiá, numa fusão de festejos juninos e moda

O buffet do Mangai, fará a festança, além de trio de sanfoneiros e outros entretenimentos.

Na ocasião, serão apresentadas peças das novas coleções: Lia Rabello, Arthur Calliman, Condotti, Di Bella, Jess Couture, entre outras.

Parabéns e grata pelo cordial convite, o qual, não poderei atender, por motivo superior, alheio à minha vontade.


GUILERMINA: Rua Afonso Pena, 929 - Tirol
Fone: 3201 - 3584

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Foto da Guilhermina: Mulheres no FDS.